Convite: Lançamento do Livro ::: NuTE – Cartografia de Um Teatro

30 09 2011

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7 responses

30 09 2011
Duda

Venera voltando a dirigir – essa quero ver

11 10 2011
Wilfried Krambeck

Na noite de 10/10, algo assombroso – sob vários aspectos – aconteceu na cidade das enchentes (de água e chope). No antigo, parcialmente e bem, restaurado castelo, mostrou-se impresso algo que – quase – todos já vislumbravam virtualmente. Foi algo inusitado, no seu formato, conteúdo e forma de lançamento. Quanto ao formato e conteúdo, quer saber? Procure a caixa preta Licença Creative Commons e decifre-a. Já quanto ao lançamento……foi uma bomba. O homem, simplesmente, lecionou ética e moral em patrocínio cultural! De arrepiar…… Pós isso três divas Julianas sob a batuta do mega-mestre mor elucidaram a emoção de “n” anos de paixão, decepção, comoção, desilusão, devoção, ão,ão, ão….. Considerados e reconhecidos os respectivos talentos no palco, impressionante, do que é capaz o terrorismo, a coação, a desinformação, a meia palavra, para o incentivo à dedicação máxima e plena…..não é a toa que o autor, inicialmente, cogitou colocar “the book on the table” no dia 11 de setembro!…….À parte – ainda –, o impressionante da tecnologia a serviço da arte, na proposta posta! Depois os instantâneos, os abraços, os reencontros, os comes, os bebes (com suas jarras multicores em conteúdo) e os rabiscos a título de dedicatória! Show!………………. Por fim, longe dali, restrito aos insaciados, o encontro ao lado do cemitério de elefantes, local onde todos – um dia – morrerão em estado de solidão à procura de outros NuTE’s da vida (Vida?!? Sei lá….mas é provável!). Ali, tal qual no período real “in regress” e no período virtual “in progress” o único líquido presente era amarelo-espumante-desembaraçante…..mental, coisa sempre gratificante e perigosa, paralelamente. No início do processo de intoxicação todos os bichos cantavam glórias naquela relva, trocavam chamegos emocionais, aplaudiam-se reciprocamente. A águia renovada entoava acerca de seus cantos e seus vôos passados e futuros. O rinoceronte disparava em todas as direções, devidamente emocionado. O hipopótamo, submerso – em si mesmo – em parte do encontro, tinha seus rompantes de eloquência. Emocionante!!! Mas, repentinamente, para o – certamente – deleite (interiorizado) do guepardo, que não necessitou sequer armar um disparador para o ocorrido, o macaco – zombeteiro e abusado – resolveu cutucar o leão com vara curta! A leoa ainda tentou amenizar a situação, mas não deu outra: o leão, numa explosão incontida, esbravejou no ato!!!…… Constrangimento generalizado! Minuto de silêncio! Processo de reflexão individual-coletivo:……Então era assim!!!!! Po, três anos tentando entender e…..era simples assim!!!!! Noite ganha, em definitivo!!!!! Para o autor, em especial. Por sorte e alegria de todos (inclusive dos protagonistas), os dois (macaco e leão) – aparentemente – evoluíram um pouco de lá pra cá, e a paz restabeleceu-se bilateralmente em minutos….talvez – quem sabe, diferente – o macaco não vislumbrasse outro galho para pular rapidamente e o leão não mais acreditasse suas unhas tão afiadas, sabe-se lá o que passa na cabeça desses seres…..mas não importa. O importante foi que fato abriu mais perspectivas elucidativas e o guepardo, coagido pelo coletivo, se viu na obrigação de explicar em como foi que deu um nó no leão outrora. O rinoceronte não botou fé ainda assim, fazer o quê?….. Terminados os debates-embates, o saldo foi positivo…..principalmente para o rinoceronte que só pagou sua própria dose e, melhor ainda , para o macaco, que bebeu de graça….grato! Despedidas feitas e aceitas, o macaco deixou o rinoceronte – levemente atordoado – na segurança de seu lar e seguiu seu destino. No caminho foi ouvindo a abelha (a Kid…) que entoava: “Nada sei dessa vida / vivo sem saber / nunca soube / nada saberei / sigo sem saber / que lugar me pertence / eu faço abandonar / que lugar me contém / que faça-me parar / sou errada / sou errante / sempre na estrada / sempre distante /vou errando enquanto o tempo me deixar / nada sei desse mar / nado sem saber / de seus peixes suas perdas / de se eu não respirar / nesse mar em segundos / insiste em naufragar / esse mar me seduz / mas é só pra me afogar / sou errada / sou errante / sempre na estrada / sempre distante / vou errando enquanto o tempo me deixar / errando enquanto o tempo…..me deixar passar.”

12 10 2011
Wilfried Krambeck

Grato Nira pela lembrança eterna de uma mente sem brilho…..tão sincera, comovente e cativante……caminho das pedras de um NuTEastro que não larga o osso!…..Abração

13 10 2011
Nira

É como eu disse no pós-noite de segunda:

Não fosse o Nute, eu seria uma anta!!

Sei lá se ainda não sou… rsrsrsrsrsrsrs

Abraço

13 10 2011
sopro

Anta não, hipopotomo

12 10 2011
Wilfried Krambeck

Texto, anterior, revisto e à ser considerado pelos interessados:
Na noite de 10/10, algo inovador e assombroso – sob vários aspectos – aconteceu na cidade das enchentes (de água e chope). No antigo, parcialmente e bem, restaurado castelo, mostrou-se impresso algo que – quase – todos já vislumbravam virtualmente. Foi algo inusitado, no seu formato, conteúdo e forma de lançamento. Quanto ao formato e conteúdo, quer saber? Procure a caixa preta Licença Creative Commons e decifre-a. Já quanto ao lançamento……foi uma bomba. O homem-chave, simplesmente, lecionou ética e moral em patrocínio cultural! De arrepiar, efetivamente…… Pós isso, três divas Julianas sob a batuta do mega-mestre mor elucidaram a emoção de “n” anos de paixão, decepção, comoção, desilusão, devoção, ão, ão, ão, até com sobreposição!…..Muito considerados e reconhecidos os respectivos talentos no palco e na técnica, impressionante, do que é capaz o terrorismo mental, a coação, a deliberada desinformação, a meia palavra, para o incentivo à obtenção do resultado máximo e pleno em diminutas horas-atividade-dedicação…..não é a toa que o autor-reconstrutor de fragmentos, inicialmente, cogitou colocar “the book on the table” no dia 11 de setembro!…….À parte – ainda –, o impressionante da tecnologia a serviço da arte, na proposta posta pelo mor! Depois os instantâneos, os abraços, os reencontros, os comes, os bebes (com suas jarras multicores em conteúdo) e os rabiscos e sobre-rabiscos em forma de dedicatória! Show!………………. Por fim, longe dali, restrito aos insaciados, o encontro ao lado do cemitério de elefantes, local onde todos – um dia – morrerão em estado de solidão à procura de outros NuTE’s da vida (Vida?!? Locais para representá-la?!?!? Sei lá….mas é provável!). Ali, tal qual no período real “in regress” e no período virtual “in progress” o único líquido presente era amarelo-espumante-desembaraçante…..mental, coisa sempre gratificante e perigosa, paralelamente. No início do processo de intoxicação todos os bichos cantavam glórias naquela relva, trocavam chamegos emocionais, aplaudiam-se reciprocamente. A águia renovada entoava acerca de seus cantos e seus vôos passados e futuros. O rinoceronte disparava em todas as direções, devidamente emocionado. O hipopótamo, submerso – em si mesmo – em parte do encontro, tinha seus rompantes de eloquência. Emocionante!!! Mas, repentinamente, para o – certamente – deleite (interiorizado) do guepardo, que não necessitou sequer armar um disparador para o ocorrido, o macaco – zombeteiro e abusado – resolveu cutucar o leão com vara curta! A leoa ainda tentou amenizar a situação, mas não deu outra: o leão, numa explosão incontida, esbravejou no ato!!! Dois aspectos do instinto selvagem que os habita e os habitará até o fim, que não carecem de questionamento, que não mudam assim, assim…..oras…… Constrangimento generalizado! Minuto de silêncio! Processo de reflexão individual-coletivo:……Então era assim!!!!! Po, três anos questionando, cutucando, sondando, tentando entender e…..era, simples, assim!!!!! Noite ganha, em definitivo!!!!! Para o autor, em especial – quero crer. Por sorte e alegria de todos (inclusive dos protagonistas), os dois (macaco e leão) – aparentemente – evoluíram um pouco de lá pra cá, e a paz restabeleceu-se bilateralmente em minutos….talvez – quem sabe, diferente – o macaco não vislumbrasse outro galho para pular rapidamente no momento e o leão não mais acreditasse suas unhas tão afiadas, sabe-se lá o que passa na cabeça desses seres…..mas não importa. O importante foi que fato abriu mais perspectivas elucidativas e o guepardo, coagido pelo coletivo, se viu na obrigação de explicar em como foi que deu um nó no leão outrora. O rinoceronte não botou fé ainda assim, fazer o quê?….. Terminados os debates-embates com seus diferentes sotaques, o saldo mostrou-se, certamente, positivo…..principalmente para o rinoceronte que só pagou sua própria dose e, melhor ainda , para o macaco, que bebeu de graça….grato! Despedidas feitas e aceitas, o macaco compartilhou com o rinoceronte – levemente atordoados – o percurso até o seu lar e, na seqüência, seguiu seu destino. No caminho foi ouvindo a abelha (a Kid…) que entoava: “Nada sei dessa vida / vivo sem saber / nunca soube / nada saberei / sigo sem saber / que lugar me pertence / eu faço abandonar / que lugar me contém / que faça-me parar / sou errada / sou errante / sempre na estrada / sempre distante /vou errando enquanto o tempo me deixar / nada sei desse mar / nado sem saber / de seus peixes suas perdas / de se eu não respirar / nesse mar em segundos / insiste em naufragar / esse mar me seduz / mas é só pra me afogar / sou errada / sou errante / sempre na estrada / sempre distante / vou errando enquanto o tempo me deixar / errando enquanto o tempo…..me deixar passar.”

14 10 2011
nira

A música do kid abelha no final foi muito edificante…
não tinha um floyd no som não?

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