2º Ensaio

13 09 2010

::: Leia aqui o Segundo Ensaio :::

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29 responses

15 09 2010
Wilfried Krambeck

Meu caro amigo/pesquisador/historiador/autor/psicólogo/analista/etc/Édio!
Aos poucos estou re-compreendendo minha participação no NuTE… acredite, é sério!
Eu, que achava que não foi nada demais, apesar de ter sido de suma importância… agora entendo que foi fundamental, sem – contudo – ter sido nada exepcional!
Entendeu?… a nova visão???… nãããããoooooooo?!?!?… . Perfeito!!!!!
Simplificando, então:
“-Quem lá entrou (no NuTE) e algo produziu, por mais ou menos tempo – com maiores ou menores contribuições – com maior ou menor talento para o que se propunha, simplesmente o fêz por paixão… . Paixão pelo teatro (a grande maioria), pela música (alguns), pelas artes plásticas (outros), pela dança (uns poucos) e por tudo isso junto (uns raros multiqualificados ou multimetidos), já que dinheiro não se ganhava, ao contrário, só se botava… . Eram – só – paixões: a maioria arrebatadoras, algumas comedidas, outras tímidas até, mais ou menos duradouras – elas… contudo, nada que estivesse sob controle (racional) de alguém. E paixões – usualmente – ficam mentalmente presentes, nítidas – para o sempre – dentro de cada um… amadurecem-no…. são base para suas atitudes futuras!
E acima de tudo: paixões movem o mundo!!!
NuTE: um grande/coletivo fruto-paixão!!!!!
É…motivacionalmente, acho que foi simples assim…..”

Grande abraço
Wilfried Krambeck

16 09 2010
Wilfried Krambeck

Meu caro amigo/pesquisador/historiador/autor/psicólogo/analista/etc/Édio!
Aos poucos estou re-avaliando minha participação no NuTE… acredite, é sério!
Eu, que achava que não foi nada demais, apesar de ter sido de suma importância… agora entendo que foi fundamental, sem – contudo – ter sido nada exepcional!
Entendeu?… a nova visão???… nãããããoooooooo?!?!?… . Perfeito!!!!!
Simplificando, então:
“-Quem lá entrou (no NuTE) e algo produziu, por mais ou menos tempo – com maiores ou menores contribuições – com maior ou menor talento para o que se propunha, simplesmente o fêz por paixão… . Paixão pelo teatro (a grande maioria), pela música (alguns), pelas artes plásticas (outros), pela dança (uns poucos) e por tudo isso junto (uns raros multiqualificados ou multimetidos), já que dinheiro não se ganhava, ao contrário, só se botava (pelo menos, na etapa que lá vivi)… . Eram – só – paixões: a maioria arrebatadoras, algumas comedidas, outras tímidas até, mais ou menos duradouras – elas… contudo, nenhuma vontade que estivesse sob controle (racional) de alguém. E paixões – usualmente – ficam mentalmente presentes, nítidas – para o sempre – dentro de cada um… amadurecem-no…. são base para suas atitudes futuras!
E acima de tudo: paixões movem o mundo!!!
NuTE: um grande/coletivo fruto-paixão!!!!!
É…motivacionalmente, acho que foi simples assim….. para todos….”
Grande abraço
Wilfried Krambeck

21 09 2010
Édio Raniere

Salve Wilfried

Concordo plenamente com suas colocações:
Minha analise, como vc pode ver tanto no prologo, como no segundo ensaio é
De que sua participação, nesse período inicial, foi fundamental para a existência do Nute;

Com relação a Paixão, também concordo; e mais que isso; pra mim esse é o conceito
Central, espécie de combustível do livro;
Ele vem vindo via prologo, segundo ato (cada vez com mais força, como vc pode ver-ler)
Tentando ser mais claro:
minha analise parte de Espinosa que divide
As paixões em: Paixões Tristes e as Paixões Alegres;
Para esse filosofo as tristes diminuem a potencia de ação e as alegre aumentam a potencia de ação no mundo;
Ele vai dizer que a capacidade de afectar e de ser afectado de cada um de nós depende da
Relação que temos com as Paixões: aumentando ou diminuindo nossa capacidade
De ação no mundo. Mais tarde Nietzsche vai criticar espinosa
E reelaborar esse conceito a partir da critica que faz a shopenhauer
O que seria Paixão em Espinosa e Vontade em Shopenhauer vai
Se transformar em Nietzsche em VONTADE DE PODER;
Ou Vontade de Potencia como preferem os politicamente
Corretos em nosso pais. Assim Nietzsche insiste que não se
Pode querer mais Vida estando vivo, não se pode querer mais
Vida estando morto, que aquilo que se quer é sempre Poder
Mais ação no mundo = mais poder.

Por fim a formula deleuzeana para compreensão desse estranho conceito
De Nietzsche. Deleuze vai dizer que Vontade de Poder = Criar + Doar
Ou seja, que ao final das contas aumentamos nossa potencia de ação
No mundo quando conseguimos criar e doar esse algo que criamos.
Parece uma formula feita especialmente para o Nute, não?

Grande abraço

Édio

21 09 2010
Édio Raniere

Wilfried

uma questão para o segundo ensaio: como vc pode ler estão me faltando alguns nomes de atores e datas (veja nas notas de rodapé proximo as fotos) poderias me ajudar com esses nomes/datas?

Alguém, além de wilfried, sabe os nomes dessas pessoas que aparecem nas fotos deste segundo ensaio?

Édio

21 09 2010
Wilfried Krambeck

Valeu Édio!
Fique tranqüilo, vou ler e te dou um “feedback”!
Só não entendi aquela comunidade dos fakes, o que exatamente pretendes com ela? (desculpe minha ignorância “escritora” de “vanguarda”!…)
Um grande abraço

Wilfried

21 09 2010
Édio Raniere

Salve Wilfried

a comunidade dos Fakes tenta
dar sentido a trama que desenvolvo
no prologo. No texto não aparece
o desfecho da tensão: ou seja como
Alexandre Venera, que não queria
dirigir o espetáculo aceita essa função
de diretor? O leitor se faz essa pergunta
no prologo, mas eu não respondo
eu convido o leitor a descobrir o que
acontece nessa comunidade Fake do
orkut. Para descobrir ele precisa
experimentar-se NUte, ser um do personagens
nute ou ser o proprio personagem Leitor
entrar na comunidade Fake e investigar

comuna desenvolvida em parceria com Nira e Jerusa

abraços

Édio

16 09 2010
Desnomeado

Grande Wilfried!
Endosso assinando embaixo na linha em que escrevo meu nome (nome? acaso “nira” é nome?). Principalmente no que diz respeito ao ex-multimetido-mor, ou seja, eu.
Mas quero lembrar também de um grupo de apaixonados que infelizmente durou pouco: em 1994, o grupo principal do Nute (GFLT&P-C) era formado por alguns jovens arrojados que encenaram apenas dois espetáculos, sob a batuta e tutela (batutela?) do nosso Alex Stein. Um desses espetáculos não chegou a ser levado a público: apenas foi filmado um ensaio geral, filmagem esta perdida (acredito). A peça era “Carnaúba” (texto Gibanceira), e faziam parte: no elenco: Binho Schaefer, Zé Volkmann, Vini Schroeder, Maicon Rossi, Bia Goll, Janice Pezzotti; na sonoplastia ao vivo: Fernando Alex e este escriba alucinado pela realidade espaço-atemporal ou tempo-inespacial. Infelizmente, pouca gente viu esse legítimo produto da mente experimentalista de AVS. Quando tu falaste em “paixão”, amigo, lembrei de cara desse exemplo.
Parte desse grupo, acrescido de alunos e convidados especiais de outras cidades, encenaria logo em seguida o auto de natal “morte e vida severina”, espetáculo que não teve um décimo da energia criativa de “Carnaúba”. Terminado o ano, desfez-se o grupo, e terminava ali um capítulo ligeiro (lisérgico?) e obscuro, mas muito significativo capítulo da História desse monstro que tantos ajudaram a criar.
Abraços
Aquele que até ontem se chamava nira, niralci, qualquer coisa.

21 09 2010
Édio Raniere

Salve Nira-Niralci, Desnomeado

fiquei bem curioso sobre essa montagem; não tenho nenhum documento sobre ela. Estou exatamente trabalhando num capitulo sobre os espetáculos. Poderias contar um pouco melhor com mais detalhes qual era a proposta e o que aconceteu?

abçs

Édio

22 09 2010
Desnomeado

ok, segue relato completo por e-mail em seguida.

22 09 2010
Desnomeado

RELATO DA MONTAGEM DE CARNAÚBA, texto de Giba de Oliveira, direção de Alexandre Venera, filmada em 05 de novembro de 1994.

A cena passava-se dentro de uma caverna, onde viviam o Irmão Fogo, o Irmão Terra e o Irmão Água – fanáticos bestiais que, na montagem, lembravam um pouco os personagens de “O Massacre da Serra Elétrica” de 1974. Seus objetivos: comer carne humana. A certo ponto eles conseguem raptar uma moça e estripam suas vísceras.

O enredo é curto e simples; essa sinopse foi feita mentalmente; para mais detalhes, ler texto original.

A montagem: o espetáculo não tinha cenário. A iluminação não era nem um pouco tradicional: dois contra-regras seguravam os refletores nas mãos, seguindo os atores, como se alguém os iluminasse com uma lanterna. A sonoplastia era tribal, feita com peças de percussão e latões. O câmera VHS tentou acompanhar isso tudo. A fita foi enviada para o Festival Catarinense de Teatro; o júri nào nos classificou pela precariedade do registro, mas declarou para AVS que ficou extremamente curioso e intrigado com a filmagem.

No geral, a peça assemelhava-se a um filme de terror psicológico vanguardista. Na minha opinião, foi a experiência Nute mais radical depois do Apocalypsys. Se não me engano, foi a única montagem deste texto feita até hoje – o que significa que ele nunca foi levado a público.
(não estou certo quanto a este último dado; pode ser confirmado pelo Giba.)

22 09 2010
Desnomeado

a propósito,
A filmagem ocorreu no Auditório Heinz Geyer do TCG.

18 09 2010
Wilfried Krambeck

Olá, seja quem fôr!
Nunca ouvi falar desta palmeira… mas pelo visto era de “erguer o mastro”!
Contudo, esta declaração extasiada só comprova o quanto as paixões são um processo um tanto pessoal, mesmo dentro de um processo coletivo!…
Fico cá enternecido com a emocionada saudade do referido multimetido-mor… são as paixões presentes, atemporais, inesgotáveis, envolventes avalanches….
Inté, pois agora estou prestes a enlaçar-me no nada, no vazio… é o sono que – lentamente – toma conta… conta…. con… ta… con… …………. …….

12 10 2010
Nira

Caro colega,
Tens razão; eu faço estas coisas porque sou bipolar, o que significa, entre outras coisas, que vivo a dizer o que dá na telha, para depois me arrepender, me retratar e me arrepender de ter me retratado. Entre outras complicações, é claro.
O que não justifica meu viés “pessoal” – este, sim, uma opção. Sou e sempre serei “pessoal”. O que não significa “competitivo”.
Nunca foi minha intenção entrar em competição com o colega ou outros nutes por seja lá o que for. Se pareceu isso, então peço desculpas.
Sou, como você, um mero apaixonado pelo nute.

18 09 2010
Wilfried Krambeck

Olá, seja quem for!
Nunca ouvi falar desta palmeira… mas pelo visto era de “erguer o mastro”!
Contudo, esta declaração extasiada só comprova o quanto as paixões são um processo um tanto pessoal, mesmo dentro de um processo coletivo!…
Fico cá enternecido com a emocionada saudade do referido multimetido-mor… são as paixões presentes, atemporais, inesgotáveis, envolventes avalanches….
Inté, pois agora estou prestes a enlaçar-me no nada, no vazio… é o sono que – lentamente – toma conta… conta…. con… ta… con… …………. ……. …………..

22 09 2010
Desnomeado

Salve. resolvi postar aqui mesmo. espero que seja útil:
_________________________________________________

RELATO DA MONTAGEM DE CARNAÚBA, texto de Giba de Oliveira, direção de Alexandre Venera, filmada em 05 de novembro de 1994.

A cena passava-se dentro de uma caverna, onde viviam o Irmão Fogo, o Irmão Terra e o Irmão Água – fanáticos bestiais que, na montagem, lembravam um pouco os personagens de “O Massacre da Serra Elétrica” de 1974. Seus objetivos: comer carne humana. A certo ponto eles conseguem raptar uma moça e estripam suas vísceras.

O enredo é curto e simples; essa sinopse foi feita mentalmente; para mais detalhes, ler texto original.

A montagem: o espetáculo não tinha cenário. A iluminação não era nem um pouco tradicional: dois contra-regras seguravam os refletores nas mãos, seguindo os atores, como se alguém os iluminasse com uma lanterna. A sonoplastia era tribal, feita com peças de percussão e latões. O câmera VHS tentou acompanhar isso tudo. A fita foi enviada para o Festival Catarinense de Teatro; o júri nào nos classificou pela precariedade do registro, mas declarou para AVS que ficou extremamente curioso e intrigado com a filmagem.

No geral, a peça assemelhava-se a um filme de terror psicológico vanguardista. Na minha opinião, foi a experiência Nute mais radical depois do Apocalypsys. Se não me engano, foi a única montagem deste texto feita até hoje – o que significa que ele nunca foi levado a público.

22 09 2010
Desnomeado

Salve. resolvi postar aqui mesmo. espero que seja útil:
_______________________________________________

RELATO DA MONTAGEM DE CARNAÚBA, texto de Giba de Oliveira, direção de Alexandre Venera, filmada em 05 de novembro de 1994.

A cena passava-se dentro de uma caverna, onde viviam o Irmão Fogo, o Irmão Terra e o Irmão Água – fanáticos bestiais que, na montagem, lembravam um pouco os personagens de “O Massacre da Serra Elétrica” de 1974. Seus objetivos: comer carne humana. A certo ponto eles conseguem raptar uma moça e estripam suas vísceras.

O enredo é curto e simples; essa sinopse foi feita mentalmente; para mais detalhes, ler texto original.

A montagem: o espetáculo não tinha cenário. A iluminação não era nem um pouco tradicional: dois contra-regras seguravam os refletores nas mãos, seguindo os atores, como se alguém os iluminasse com uma lanterna. A sonoplastia era tribal, feita com peças de percussão e latões. O câmera VHS tentou acompanhar isso tudo. A fita foi enviada para o Festival Catarinense de Teatro; o júri nào nos classificou pela precariedade do registro, mas declarou para AVS que ficou extremamente curioso e intrigado com a filmagem.

No geral, a peça assemelhava-se a um filme de terror psicológico vanguardista. Na minha opinião, foi a experiência Nute mais radical depois do Apocalypsys. Se não me engano, foi a única montagem deste texto feita até hoje – o que significa que ele nunca foi levado a público.
(não estou certo quanto a este último dado; pode ser confirmado pelo Giba.)

22 09 2010
Édio Raniere

Pelo teu relato havia mesmo muita intensidade na montagem; essa filmagem ainda existe? tens ideia de como posso encontrá-la? vc fala que na sequencia rolou morte e vida severina; mas existe alguma relação desse grupo com a montagem de Roda Gigante?

abs

édio

22 09 2010
Desnomeado

Não acredito que a filmagem ainda exista, as só o aLe pode confirmar.
Quanto à Roda Gigante, foi encenada um ano antes, em 94.
o único Nute que participou das duas montagens (R.G. e carnauba) foi Maicon Rossi.

22 09 2010
Desnomeado

Corrigindo, Roda gigante é de 1993.

23 09 2010
Wilfried Krambeck

“Valeu Édio, “merda” para as próximas etapas do livro… rsrsrs!”

4 10 2010
Wilfried Krambeck

Olá Édio!
Sabe quem ainda poderias entrevistar – quem sabe até virtualmente… o Alan Yang que vive no Rio (RJ), é meu contato no Orkut (verifique lá entre os meus amigos) e atende no tel 21 75426938.
Um grande abraço
Wilfried

5 10 2010
Édio Raniere

Joia Wilfried, vou conferir. e com relação ao segundo ensaio, vc viu que estão faltando nomes de pessoas? nas notas de rodapé das fotos; por favor se souberes algum nome passa pra gente

grande abraço

édio

8 10 2010
Wilfried Krambeck

Olá Édio!
Sim, posso te ajudar nos nomes, aí vai:
Foto 1- montagem do “3 Terças tem teatro” – 10, 17 e 24.06.86
No palco:
Rapaz que aparece só parcialmente – não identifiquei;
Moça de jeans – Elisete ou Tanise Creuz (irmãs)
De costas blusa branca – Alexandre V. Santos
Rapaz piscando – Valmir (se não me engano)
Na platéia:
De barba – Flávio J. Meirinho
Atrás dele – Álvaro A. Andrade
Sentada bem ao fundo – Adriana C. Kalckmann
Sentado aparecendo só as calças brancas – Diogo Fernando Junkes
Em pé com a cabeça coberta – Sandra Cardoso
Garota de calça vermelha – não tenho certeza, pode ser Deise C. Gonçalves
Próxima moça de jeans – Tanise ou Elisete Creuz (irmãs) e
A “gracinha” de calça de couro colante – César Reis…. rsrsrs
Foto 5 – Quadro 1 do “3 Terças tem teatro” – “Alegoria ao vamos ao teatro”
Suspensos por cordas:
Dennis L. Radünz e Elisete Creuz
Sentado de costas com camisa vermelha – Valdir Lopes Jr.
Demais de costas – não identifiquei
Um abraço

8 10 2010
Wilfried Krambeck

Olá Édio (de novo)!
Ocorreu-me, que podes – caso consideres interessante – entrevistar também o Diogo F. Junkes e o César A. Reis. O Diogo está em Blumenau, é sócio-gerente de lojas fast-food do shopping Neumarkt e do Angeloni. O César, possivelmente só virtualmente, pois vive e trabalha nos EUA. Ambos são meus contatos (amigos) no Orkut, é só buscá-los por lá.
Grande abraço

8 10 2010
Édio Raniere

Salve Wilfried; informações preciosas, muito obrigado

édio

17 10 2010
Gugu Liberato

LENDAS DO NUTE – capítulo XIV
====================

17 10 2010
Gugu Liberato

LENDAS DO NUTE – capítulo XIV
====================

Aborrecidos com as críticas negativas ao espetáculo O Poderoso Sapão, Alexandre e Juliana fizeram a única coisa que lhes restava: uma faxina na secretaria do NuTE. Aquilo acabou servindo como terapia, e depois de seis horas já estavam se sentindo bem melhor. Foi justamente naquele ponto, na metade do serviço, que Alexandre encontrou uma chave antiga com a etiqueta “Baú”. Mostrou a sua parceira, que prontamente ponderou que o tal baú só podia ser aquele que se encontra há décadas embaixo do palco giratório do grande auditório. E para lá se dirigiram.

Juliana, também conhecida como Lady Venera, havia acertado. A chave serviu no baú. Ao abrirem, encontraram teias de aranha, uma carta, outra chave e uma misteriosa luz azul. A carta dizia:

“Esta carta deverá ser encontrada por um casal de artistas mambembes mais ou menos duzentos anos depois de Cristo.”

Ale e Ju entreolharam-se. Estava claro que a profecia estava errada. A carta continuava:

“A chave que acompanha esta missiva abre a masmorra subterrânea do Theatro Frohsin. Aqueles que a encontraram deverão derretë-la e jogar o líquido resultante no mar. Jamais, em hipótese alguma e sob nenhuma circunstäncia deverão abrir a porta que fica bem aqui a 6 pés abaixo deste baú. Usarás o (O)Caso, ensaiarás na 302 e 306, apresentarás no Pequeno e Grande Auditório, mas o mau uso desta chave pode trazer consequëncias nefastas para os envolvidos e para toda a humanidade. Sejais prudentes e procedeis conforme fostes orientados. Se agires conforme tuas curiosidades, ao menos declarem que eu, Catarina de Médici, não tive nada a ver com isso.”

Estarrecido, Alexandre olhou para Juliana, que o fitava com um olhar maquiavélico.

19 01 2011
tanise

Olá
Muito legal rever tudo!
Revisitar o passado assim tão presente como um presente inesperado!
Na foto 1 a qual o Wilfrend se refere, a moça de jeans no palco sou eu, e a moça de jeans na platéia é a minha irmã Elisete.
A moça de calça vermelha é mesmo a Deise C. Gonçalves.

20 01 2011
Édio Raniere

Saudações Tanise

Muito obrigado pela informação precisa-preciosa. Fique a vontade para comentar-criticar-descrever outras cenas Nute. Este espaço é seu. Poderias me passar teu e-mail?

grato

Édio Raniere

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